Hoje em Dia

Recebi por e-mail esse questionamento feito pela minha amiga Bruna de Paula e gostaria de compartilhar com todos vocês. Deixe sua opinião, seu comentário e participe desse debate.

“Outro dia estava em uma comunidade no Orkut e havia um comentário de uma menina que estava se graduando em Relações Públicas.

Ela se questionava se haveria mercado de trabalho para ela nessa atividade e pedia a opinião de outros Rps sobre o que achavam dela fazer uma segunda faculdade de Administração, pois acreditava que dessa forma seria inserida no mercado de trabalho.

Com o ocorrido e através da leitura me lembrei das minhas aulas da História das Relações Públicas, que dizia que Relações Públicas já foi uma atividade muito popular na década de 60 e 70 e foi entrando em decadência, pois foram criados muitos cursos, porém com baixa qualidade, formando profissionais que não estavam preparados a exercer a função.

A história influenciou o presente e agora os Rps discutem como recuperar o seu espaço no mercado, que foi ocupado por outros profissionais de atividades distintas, devido à má formação realizada anteriormente.

Mas o meu questionamento é: Será que a má formação dos Rps foi só no passado, ou , as instituições que ministram cursos de Relações Públicas, continuam só focados na arrecadação financeira do curso?

Será que as instituições trabalham devidamente em sua grade para a formação dos novos profissionais?

Acredito que as organizações que ministram os cursos de Relações Públicas deveriam valorizar mais esta atividade que busca o equilíbrio e o bem estar das relações, formando profissionais preparados para enfrentar o mercado e cientes de seu papel e o seu diferencial que é a visão estratégica, que realiza muito mais do que uma administração empresarial e sim mantém a empresa viva e em atividade permanente.”

Anúncios

2 pensamentos sobre “Hoje em Dia

  1. Eu acho que a grade é elaborada de forma geral em todos os cursos, não apenas em RP. Creio que há pessoas interessadas somente em recolher o valor da mensalidade e profissionais que realmente se preocupam em formar novos bons profissionais para o mercado. Assim como já ouvimos em toda nossa trajetória no ensino fundamental e médio: quem faz o profissional é principalmente o próprio estudante. Se temos a paixão pela profissão saberemos como colocá-la no se devido lugar, a classificando com a importancia que possui.

  2. Quando decidi fazer RP nem sabia direito sobre o que era o curso, mas conhecendo a matéria, a história, a “função”… A paixão bateu. Há ainda um certo preconceito em relação ao RP, justamente por haver tantas profissões “ocupando” nosso espaço, há “especialistas” dizendo que seremos substituídos pela Internet (??), mas quem faz nossa profissão somos nós, estudantes e futuros profissionais. A cada dia as organizações percebem a real necessidade de um especialista para trabalhar as relações e dessa forma poderemos nos recolocar no mercado. Mas tudo isso, claro dependerá em maior parte, de nós mesmo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s