Histórias empreendedoras

O que Sylvia Design, Silvio Santos, Marck Zuckerberg, a senhora dos pães deliciosos e a minha mãe tem em comum? Todos são empreendedores de ideias ou negócios novos/alternativos, claro que alguns zeros a mais (ou a menos) na conta bancária é o que os diferenciam.  

A cearense Sylvia Araújo veio para São Paulo com o mesmo objetivo de tantos outros, conseguir um lugar ao sol, trabalhou por 12 anos em lojas de móveis e desenvolveu um feeling nesse nicho de mercado. Hoje o seu empreendimento, Sylvia Design, tem grande destaque no setor de móveis. A Sylvia concilia o papel empresarial administrativo com o de marketing e garota propaganda, que aliás é fator diferencial da marca. (Entrevista no Jô)

O carioca Abravanel, que posteriormente seria batizado de Silvio Santos era camelô na adolescência, no exército teve destaque com sua voz e foi fazer locução, passou por rádios, espetáculos, apresentador de televisão, criação do Baú da Felicidade até chegar a ser dono de televisão (o que envolve muitas questões políticas, de comunicação e cultura social do país). (Especial da Record sobre o Silvio Santos).

A história mais contada dos últimos tempos é a do americano Marck Zuckerberg, o jovem estudante criador da rede social Facebook, história essa que tem muitas polêmicas em seu enredo, mas que nasceu de uma ideia muito sagaz. Conectar pessoas, marcas, empresas, patrocínio etc. Só no Brasil são cerca de 20 milhões de usuário e Marck é simplesmente o milionário mais jovem do mundo. (Trailler de “A rede social”).

A senhora dos pães deliciosos, particularmente não sei o nome dela e pouco de sua história. Mas há muitos anos ela passa pelas ruas aqui do bairro vendendo pão caseiro, que como já perceberam, são deliciosos. Pelo o que já ouvi de suas conversas ela uniu o agradável, a arte de fazer o pão, ao necessário. E aparentemente dá muito certo, afinal ela já atua há tempos.

Minha mãe é baiana, sua história segue a mesma lógica da Sylvia design e tantos outros nordestinos, vieram conquistar a vida em São Paulo. Desde que chegou trabalhou em lojas, casas de família, faxina etc. Mas em 1990 quando essa que vos fala nasceu a dona Nalva teve que sair do trabalho fixo. Meu pai trabalhava e sustentava a casa, mas ela não se contentava com o que ‘sobrava’ depois de pagar as contas e sempre dava um jeito de conseguir um por fora. Minha mãe já fez sorvete e geladinho caseiro, já vendeu roupa porta-a-porta, já fez jogo do bicho, já teve loja na rua da escola, bar, teve carrinho de hot dog e churros, enfim, muitas coisas.

São cinco histórias entre tantas de empreendedores. Famosos ou não. Que deram certo ou não. Que ficaram ricos ou não. Com a intenção de estabilidade ou simplesmente somar na renda já existente, enfim. Creio que em cada uma dessas histórias o fator determinante foi a vontade de fazer algo e a recusa do comodismo. Percebe-se também que o valor do investimento inicial não precisa ser necessariamente alto, um empreendimento pode nascer com  pouco. 

Claro que para prever falhas ou crises é necessário obter um maior conhecimento do que se quer fazer, hoje em dia a demanda de cursos, oficinas, programas governamentais de fomento são grandes e variadas. Mas essas dicas ficam para o próximo post.

Enquanto isso fiquem com o vídeo: Os desafios para se tornar um empreendedor de sucesso:

@tais_so

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Um pensamento sobre “Histórias empreendedoras

  1. Pingback: 081 – RP escreve a sua história com Taís Oliveira | Versátil RP

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