E quando a responsabilidade social se alinha à inteligencia corporativa…

Escola FORMAREVamos falar de voluntariado? Não, vamos falar sobre qualificação profissional. Não! Calma… vamos por partes:

Ninguém duvida de que o patrimônio mais valioso de uma empresa está em seu poder intelectual, certo? É por meio desse bem que a empresa traça o planejamento das organizações, em todos os níveis – estratégico, tático e operacional, Kunsch?. Em contrapartida, estamos em um momento onde há escassez de profissionais realmente preparados para o mercado de trabalho.

Cenário 1

Considerando isso, qual a importância para as empresas formarem os seus profissionais? Por que não usar o conhecimento que já se tem, com profissionais mais velhos e experientes em suas áreas. Alguém já pensou: “E quando ele se aposentar, quem ficará em seu lugar?” Isso é comum. As empresas precisam preparar seus profissionais para assumirem papéis estratégicos dentro da organização afinal, os êxitos e perdas dentro de uma companhia são carregadas de aspectos físicos, tecnológicos, entre outros que, por sua vez, foram decididos por seres humanos, pelo intelecto de um grupo de pessoas.

Cenário 2

Responsabilidade Social: cada vez mais as empresas se preocupam com as questões sociais, com as comunidades de seu entorno, o

impacto de suas atividades, entre outros, tendo como objetivo principal melhorar a vida das pessoas ou apenas fazer o básico que a própria sociedade civil passou a exigir das instituições.

Vamos misturar os cenários!

 

Pensando nisso, a Fundação Iochpe criou a Escola Formare, que traz uma proposta bem diferente para trabalhar com cursos profissionalizantes.

O programa, que é reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação), seleciona jovens de baixa renda que tem frequência e boas notas no ensino médio de escolas públicas. Além disso, os jovens passam por prova e por entrevistas familiares.

Pela iniciativa Formare, as empresas parceiras criam um ambiente de aprendizagem profissional dentro de suas operações, onde recebem jovens para assistir aulas ministradas pelos próprios funcionários das empresas, atuando como voluntários, e ensinam sobre seus trabalhos, como Comunicação e Relacionamento, Informática, Empreendedorismo e disciplinas específicas do mercado de cada empresa. Os objetivos do projeto são proporcionar aos jovens uma experiência diferenciada no dia a dia da empresa e a oportunidade de inserção no mercado de trabalho, seja na empresa ou não.

Escola Santos Brasil Formare

Escola Santos Brasil Formare

Vamos confessar: É ou não uma ótima forma de juntar a oportunidade de promover o conhecimento de novos talentos na empresa e, ao mesmo tempo, cuidar da responsabilidade social, com diversas ações como assistência a famílias carentes, promoção da cultura de voluntariado entre os colaboradores da organização, reciclagem de gerentes e diretores com as novas visões dos jovens participantes e muitas outras vantagens.

Hoje, há uma variedade grande de empresas parceiras e de diversos setores da economia. Quando eu digo diversos, não minto: Santos Brasil, maior operadora de contêineres da América Latina, possui a Escola Santos Brasil Formare, que atua com jovens da Baixada  Santista; a Alstom, referencia em geração e transmissão de energia e transporte ferroviário; o Grand Hyatt, famosa rede de hotéis de luxo; a alemã Siemens, a PepsiCo e muitas outras.

Formare Pepsico

Formare Pepsico

Esse ano, a Fundação Iochpe completa 25 anos de trabalhos e conta com 50 empresas parceiras, 79 escolas espalhadas em 11 Estados brasileiros, cerca de 6.700 educadores voluntários e mais de 13 mil jovens formados. Ações como essa enchem nossos olhos de lágrimas, não é? Que essa corrente do bem continue melhorando a vida e proporcionando conhecimento a muitos jovens durante os anos. Para quem quiser saber mais, dá uma olhada nesse vídeo:

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2 pensamentos sobre “E quando a responsabilidade social se alinha à inteligencia corporativa…

  1. Não conhecia a Escola Formare até ler seu post. Bem bacana o trabalho e tem tudo para continuar dando certo (a maior prova são as grandes organizações que já aderiram à ideia).

    Sem dúvida, as empresas só têm a ganhar com as práticas de Responsabilidade Social. Longe de ser somente práticas isoladas, para “mostrar” que fazem algo, deve ser algo efetivo, que envolve toda a organização e só traz benefícios à sociedade 😉

    • Com certeza, Felipe. Tem muitas empresas que são referências em seus mercados e que realizam esse trabalho. É uma forma de ajudar a sociedade com o maior bem que temos no mundo: o conhecimento, além de treinar novos talentos para atuar na própria empresa! É muito vantajoso a gente saber sobre esse trabalho e até, quem sabe, propor a ideia e implementar na empresa que trabalhamos, né?! =P
      Obrigado pelo comentário!

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