Amo o Terceiro Setor

941974_633301893364986_948449676_nComo muitos devem saber, sou apaixonado pelo terceiro setor, quero ter aquela sensação de deitar e pensar: Estou fazendo algo para modificar a sociedade. Não é apenas um trabalho é uma missão. Na minha opinião, trabalhar com ONGs traz o que tem de mais genuíno em um profissional de RP: engajamento de voluntários, posicionamento junto aos públicos de uma forma direta, posicionamento de marca para conseguir parceiros, enfim, você mensura o seu trabalho ao mesmo tempo em que vai acontecendo as ações.

Felizmente desde 2011 tenho a oportunidade de viver tudo isso como voluntário na SOS Juventude Real Parque. Foi meu objeto de TCC, muita labuta e aprendizado e hoje vejo tudo aquilo que previ na teoria, se tornando realidade. E saiba que para eu chegar ao bairro do Real Parque, distrito do Morumbi, não é nada simples, já que moro na região metropolitana, na cidade de Ferraz de Vasconcelos, são quase duas horas de “viagem” até lá todos os sábados.

Mas o que quero celebrar com todos vocês é a questão de termos conseguido verba do Programa VAI ( Valorização de Iniciativas Culturais), através da jovem Ana Paula Oliveira, colaboradora do SOS Juventude e que viu a necessidade de ter mais de cultura em sua sua comunidade. Escrevemos uma projeto de um cine clube, auxiliando a Ana, para trazer em voga questões que permeiam os filmes do Mazzaropi e que são tão atuais nos dias de hoje, como o preconceito racial, machismo, entre outros. O projeto além mostrar a importância e contemporaneidade da obra do artista ainda prevê uma viagem ao Museu do Mazzaropi na cidade de Taubaté.

Deixo aqui um pedido, se você se interessou pelo projeto e quiser participar de alguma forma entre em contato comigo, pois a verba oferecida pelo Programa cobrirá apenas as questões da compra de material como câmeras, telões, etc.. Mas mesmo assim a associação precisa de parcerias, voluntários, apoio e outros requisitos básicos. Por exemplo, aos sábados os jovens passam o dia todo no local tendo atividades e a SOS em si não pode arcar com alimentação sem ajuda de um parceiro. Quando se pensa em alguma visita cultural como essa em Taubaté, o dinheiro sai do próprio bolso dos dirigentes. E como diz o ditado: de graça nem relógio trabalha, se tivéssemos uma parceria, patrocinador, apoios ou que seja, poderíamos pagar pessoas para ministrar as aulas, gerenciar o RH, apostar mais em um departamento de comunicação. Por isso eu faço um apelo: olhem e acreditem mais no terceiro setor, não irão se arrepender.

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