002 – RP escreve a sua história com Ethel Shiraishi Pereira

Erp-facebookthel Shiraishi Pereira é Relações Públicas, Pós-Graduada em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC, Mestre em Comunicação e Mercado pela Faculdade Cásper Líbero. Iniciou sua carreira no setor automobilístico e, desde então, presta serviços para importantes empresas e entidades de classe. Atualmente é professora de Relações Públicas e membro do Grupo de Pesquisa da Comunicação na Sociedade do Espetáculo da Cásper Líbero. Também atua como docente na graduação e na pós-graduação da FAAP e do Centro Universitário Belas Artes, é conselheira suplente do Conferp – Conselho Federal de Relações Públicas e consultora da Mistura Fina Educação Profissional.

 

VRP: Por que escolheu estudar Relações Públicas?

ESP: Quando estava no ensino médio frequentava a ACM – Associação Cristã de Moços e participava de diversos projetos sociais desenvolvidos pela Entidade. Foi com a relações-públicas da Instituição que descobri que a atividade também se dedicava a desenvolver trabalhos comunitários. Fiquei fascinada com esta possibilidade.Ethel

VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?

ESP: Temos muito a evoluir, mas não podemos negar que o cenário é, também, muito positivo para a atividade de relações públicas. O mercado precisa e utiliza a filosofia de RP.

VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspira a ser Relações Públicas?

ESP: A relações-públicas da ACM Guarulhos foi uma profissional que me inspirou muito… Pena que não tenho o sobrenome dela para resgatar contatos, apenas me recordo que se chamava Maria José, uma pena! Meus professores e colegas de trabalho são grandes profissionais que certamente batalham pela profissão e merecem meu respeito e admiração.

VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil, para você, a profissão é valorizada como deveria?

ESP: Sim. Ela tem o valor que damos a ela. Mas talvez a pergunta seja outra… Queremos que ela seja mais valorizada? Depende apenas de nós profissionais de RP, não é mesmo? Trata-se de uma questão de consciência da nossa parte.

VRP: Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado na comemoração de 200 anos das relações públicas no Brasil?

ESP: Relações Públicas é uma profissão dinâmica e por este motivo a pesquisa será sempre necessária.

VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais da área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Qual seria a maior dificuldade, em sua opinião, para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?

ESP: Não é tão simples pois implica em criação de políticas públicas para estímulo ao desenvolvimento de negócios em outras regiões do país e avanços nos modelos de gestão empresarial, empreendedorismo social, gestão do terceiro setor, gestão de cidades entre outros aspectos.

VRP: As Relações Públicas completam 100 anos no Brasil. O que você vê como a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período?

ESP: Penso que a abertura de canais de diálogo e compreensão entre as organizações e seus públicos seja a nossa maior contribuição para a sociedade.

VRP: Falando em história, conte mais sobre a sua história com a profissão. Por quê escolheu RP?

ESP: Após um longo período de trabalho na ABRADIF – Associação Brasileira dos Distribuidores Ford, decidi empreender e buscar novos conhecimentos. Foi então que comecei a estudar e as oportunidades se abriram para as atividades acadêmicas. Quando concluí a pós-graduação em Administração e Gestão em Eventos, comecei a lecionar na Cásper Líbero, onde estou até hoje. Desde então, tive oportunidade de fazer o mestrado, lecionar em cursos bacanas de graduação e pós-graduação de instituições de ensino de São Paulo e outros Estados. Estudar, pesquisar e ainda desenvolver projetos para Empresas e Entidades de Classes faz com que o trabalho seja bem dinâmico. Hoje percebo que gosto de RP porque a profissão me permite sempre conhecer coisas novas, aprender sempre, sem rotina.

VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?

ESP: Não saberia dizer. Sempre acreditei que a área mais promissora para o profissional é aquela em que ele se identifica e trabalha com prazer, dedicação. Assim ele prospera.

VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?

ESP: Quero acreditar no trabalho que faremos hoje. Será sólido ao ponto de gerar profissionais conscientes, éticos e comprometidos com o que temos de mais belo em nossa atividade: estabelecer relacionamentos e compreensão.

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