004 – RP escreve a sua história com Cristian Alves

rp-facebookNa terceira entrevista da série “RP Escreve a sua história” recebemos o profissional Cristian Alves, formado em Relações Públicas na Universidade Católica de Santos e ultimamente trabalha com Planejamento, Administração e Execução de Eventos Corporativos.

VRP: Por que escolheu estudar Relações Públicas?

CA: No meu caso foi em um evento na empresa que trabalhava e fomos convocados pela diretoria e fiquei olhando vários profissionais num vai e vem e de curioso, perguntei a um amigo quem eram e fui informado que eram relações pública Depois disso, fui me informar, me apaixonei pela área , fiz a faculdade e estou formado desde 2001, mas trabalho com eventos desde 1998 segundo ano da faculdade.

VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?

CA: Com muitos desafios, mas muito vasto e com várias oportunidades que podemos seguir e empreender.

VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspira a ser Relações Públicas?cristian

CA: Tenho como exemplo a grande profissional Vera Giangrande que com certeza foi a maior. Também um professor de minha faculdade chamado Roberto Baptista e um dos primeiros relações-públicas com quem trabalhei o senhor Bráulio Carneiro da antiga Cosipa

VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil, para você, a profissão é valorizada como deveria?

CA: Claro que não, mas hoje pelo avanço da internet , esse tempo perdido poderá ser recuperado com novas sementes pensantes e movimentos em torno das Relações Públicas.

VRP:  Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado na comemoração de 200 anos das relações públicas no Brasil?

CA: Enfim, ser RP é ter um sonho e buscá-lo com objetivos claros para alcançar, seja qual for ele.

VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais da área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Qual seria a maior dificuldade, em sua opinião, para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?

CA: Pessoas engajadas, profissionais voltados ao empreendedorismo como o projeto Todo Mundo Precisa de um RP que é de Porto Alegre e o RP Manaus que é do Amazonas são alguns exemplos recentes de novas mentalidade

VRP: As Relações Públicas completam 100 anos no Brasil. O que você vê como a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período?

CA: Acredito que não houve uma contribuição muito significativa, mas foi pela falta de conhecimento das grandes empresas nacionais, mas foi feito alguns trabalhos como pelo Light divulgando e comunicando o publico interno e o trabalho do Pão de Açúcar com a Vera Giangrande, mostrando uma outra faceta das relações públicas

VRP: Falando em história, conte mais sobre a sua história com a profissão. Por quê escolheu RP?

CA: Iniciei como estagiário na empresa em que já era funcionário e passei dois anos trabalhando com as diversas nuances da comunicação, desde de visitas monitoradas aos grandes eventos, inclusive um com o então presidente da republica Fernando Henrique. Despois desse tempo iniciei meus projetos em um empresa que trabalha com marketing promocional e eventos corporativos e sociais por qual atuei 9 anos. Mas queria ampliar meu leque de opções e fui lecionar para ensino médio na área de sociologia, passado algum tempo abri uma empresa de assessoria e planejamento em eventos , depois disso, recebi um excelente projeto para tocar e hoje trabalho com esta empresa, cuidando de todo o operacional das feiras que organizamos

VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?

CA: Atendimento em mídias sociais, pois devido a velocidade das informações, nada como alguém que entende e compreende o seu público interno e externo.

VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?

CA: Com certeza melhor do que hoje, pois a comunicação vai acabar voltando com mais força para o que chamamos de olho no olho, a internet é fantástica, porém está afastando as pessoas e acredito que seremos convocados a ajudar nesta tarefa de unir o tecnológico com o pessoal.

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