007 – RP escreve a sua história com Robson Thiago Ferreira

rp-facebookAs Relações Públicas que me escolheram”, com essa resposta iniciou a entrevista com Robson Thiago Ferreira, 29 anos para a série “RP escreve a sua história”. Relações Públicas formado pela FACVEST, com MBA e pós graduação em gestão empresarial pela UNIASSELVI, Robson conta que chegou a cursar matemática e física, mas depois de finalmente encontrar o curso de Relações Públicas se surpreendeu em como tinha encontrado o que queria para sua vida.

 

“Quando falam “se tu fazes o que gosta tu serás feliz“ é a mais pura verdade. Escolhi RP para ser feliz”.  Robson Ferreira

Robson iniciou sua carreira logo na faculdade, “Ganhei o prêmio na formatura de destaque acadêmico dentre os cursos de comunicação social da instituição” no mesmo ano ganhei o prêmio de profissional revelação do Portal RP Bahia. E comenta “resolvi enfrentar o mundo em defesa das RP” a partir dai passou a se especializar, pesquisar e escrever artigos, “Fui convidado a ser delegado do Conrerp/4ª e anos depois convidado a fazer parte de uma chapa como conselheiro suplente, de suplente estou como conselheiro efetivo em exercício” conta.

3.Foto Robson Thiago Ferreira

Atualmente é assistente administrativo no Departamento de Gestão de Pessoas da Celesc Distribuição S.A e também Conselheiro do Conselho Reional dos Profissionais de Relações Públicas da 4ª/Região, além de consultor, palestrante e pesquisador.

Para o profissional, o mercado de trabalho brasileiro de Relações Públicas conta com profissionais competentes e muitas oportunidades, discorda que há falta de espaço e defende:

 

Robson: “Os relações-públicas devem perder esta mania que “o conselho tem que tirar os irregulares para eu ter minha vaga”, “como vão me contratar se não sabem o que é RP”; cabe ao profissional se posicionar no mercado e mostrar a que veio. Planeje a sua vida profissional, se quer atuar em determinada área do escopo de RP e ser especialista nela: estude, pesquise, faça um bom planejamento e coloque em prática”.
Tratando dos 100 anos de RP, o profissional comenta que a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período foi o poder dos públicos. E acredita que a questão da valorização está muito mais ligada ao profissional e que devemos nos preocupar com a identidade das RP, explica:  “Não considero nenhuma profissão valorizada, o que acontece é a valorização do profissional, várias profissões mais antigas que as relações públicas possuem menos representatividade atualmente, tudo depende da posição de quem se fala e qual seu destaque na mídia.

Quanto à identidade do profissional esta sim é apagada, desconheço um médico que ao se formar se recusa a registrar no conselho, os profissionais só vão fortalecer sua identidade a partir do momento que se juntarem”.

3.Intercom Sul 2013

Perguntamos a Robson quais os profissionais que o inspiram, e ele relatou sobre cada um deles:

  • Valmor Rohden: atual coordenador do curso de Relações Públicas da Universidade Federal do Pampa (São Borja-RS). Exemplo de dedicação, antenado com o mercado que conseguiu conciliar sempre a teoria com a prática;

 

  • Valmíria Balbinot, professora e coordenadora de pós graduação da Universidade de Passo Fundo (RS). Tem paixão pela profissão, defende-a com unhas e dentes, além de trazer sua experiência com o mercado reafirmaram e encantaram ainda mais a visão que tinha sobre a profissão;

 

  • Carolina Terra, professora na FIA, FAAP, FECAP e USP (todas em SP) e Sócia-Diretora na 4C Soluções em Comunicação. Sempre disponível durante minha graduação para esclarecimento de dúvidas. Seus insights e posicionamentos dentro do mercado e da academia são inspiradores;

 

  • Maria Amélia Maneque Cruz, atual presidente do Conrerp/4ª Região. Uma profissional sem igual, não é fácil estar a frente desta instituição e ela segue pelo seu segundo mandato a frente deste conselho.

Por fim, deixa a seguinte mensagem para mais 100 anos de Relações Públicas no Brasil:

Robson: ““Fica, vai ter bolo”. Traçar um panorama é difícil, mas acredito que o profissional evoluirá, assim como a evolução tecnológica. O futuro é daqueles que souberem se adaptar e o mercado é para aqueles que buscam conhecimento, sabem difundi-lo e o transformam em prática”.

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