019 – RP escreve a sua história com Iggor Laureano

rp-facebookHoje o “RP escreve  a sua história” recebe o estudante de RP Iggor Laureano que conta sobre suas aspirações, opina sobre cenários de atuação.

VRP: Por que escolheu estudar Relações Públicas?

Por ser uma área completa e que permite um leque muito grande de escolhas nos mais variados mercados, além de ser uma profissão mais voltada ao planejamento e a gestão, algo que me desperta grande interesse.

VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?

Um cenário totalmente promissor. Nosso país tem sido centro de grandes movimentos nos últimos anos (não me refiro somente aos eventos recentes como Copa e Olimpíadas). Entre muitos outros o crescimento da economia se destaca nesse cenário, esse que vem possibilitando um grande intercambio entre mercados distintos, ou seja uma boa troca de experiências entre profissionais, de tecnologias, e de ideias. A nossa profissão já tem um bom respaldo em outros países, e com essa troca parece que estão trazendo todo essa cultura da atividade de Relações Públicas ainda com mais força para o nosso país.

VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspira a ser Relações Públicas?Iggor Laureano

Não me vejo inspirado em uma pessoa ou em algumas em especifico. A minha inspiração pela área eu tiro da pratica: dos professores que eu acompanho e da experiência que eles passam, dos cases e das ações que vejo no mercado, dos próprios colegas de trabalho/graduação com quem convivo e tudo que pode estar relacionado com a área e um dia pode será aproveitado, reciclado e gerar bons resultados.

VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil, para você, a profissão é valorizada como deveria?

Não. O mercado ainda está muito abaixo de todo o potencial que um profissional da nossa área pode oferecer a uma organização, consequentemente a valorização que deveria ser dada ainda não é vista,  tanto de reconhecimento quanto de remuneração.

VRP: Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado na comemoração de 100 anos das relações públicas no Brasil?

A Internet mudou o rumo da profissão e do profissional de Relações Públicas. Ela deu a ele um meio muito forte de se expressar, de se posicionar e de mostrar para o que veio.

VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais de área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Qual seria a maior dificuldade, em sua opinião, para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?

A banalização da área de comunicação, como um todo, sem sombra de dúvidas é um dos maiores empecilhos tanto para a expansão quanto para a valorização do profissional de comunicação de uma forma geral, e em especial o de Relações Públicas.

Vejo que falta um amadurecimento do mercado em trabalhar com os profissionais de fato gabaritados e com suas respectivas formações/especializações. Esse amadurecimento parece já estar em um nível mais elevado no eixo Sudeste, contudo em outras regiões (tendo por base a Centro-Oeste) o que se parece ver é a tal onda do “sobrinho” ou uma espécie de leilão as avessas pelos profissionais. Como muitos não podem se dispor ao luxo de “escolher” o quanto ganhar, acabam exercendo a profissão de forma abaixo do esperado (tanto para o profissional quanto para o empregador).

VRP: Conte-nos mais sobre a sua história com a profissão. Por quê escolheu RP?

Vejo no meu perfil uma pessoa mais detalhista, que gosta e vê a necessidade de sempre estar atento a todas as possibilidades que algo pode acarretar, nisso entro muito a questão do planejamento, da gestão, do controle de todas as etapas de um processo /atividades. Na profissão de relações públicas vejo uma grande ligação desses pontos com a atividade a ser exercida, o que me despertou assim a atenção pela a área.
VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?

A curto prazo vejo que qualquer tipo de trabalho que esteja envolvido diretamente com Internet serão bastante promissoras, contudo em um momento posterior deveremos nos reinventar.

VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?

Acredito que estará totalmente favorável! O desenvolvimento do país, o acesso simultâneo as informações entre muitas outras coisas juntamente e a leva de novos profissionais mais conscientes do seu papel e da necessidade de se mostrarem para o mercado é algo que já está acontecendo, continuando dessa forma em médio prazo vejo que as organizações vão ver de fato que ter um profissional de Relações Públicas é indispensável.

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