024 – RP escreve a sua historia com Carol Garrido

rp-facebookHoje, na série “RP Escreve a sua história”, apresentamos Carol Garrido. 28 anos de idade, Carol é formada em Relações Públicas pela Fapcom. Já atuou profissionalmente como assessora de imprensa e assistente de marketing e relacionamento de uma instituição do terceiro setor, que atende pessoas carentes com deficiência mental.

Atualmente, atua como Assistente de Community Manager de uma agência de publicidade e é Coordenadora de Comunicação e Marketing e integrante do Departamento de Harmonia da Unidos de Vila Maria, escola de samba paulistana. Dentre os projetos que já desenvolveu estão revistas e cartilhas institucionais, campanhas de captação de recursos, campanhas motivacionais e de engajamento, eventos e redes sociais.
VRP: Por que escolheu estudar Relações Públicas?
Sempre soube que tinha nascido para fazer Comunicação, mas por incrível que pareça, só descobri a graduação de RP ao preencher a solicitação de bolsa de estudos e ver o curso na lista. Li o perfil e foi amor à primeira vista. Acho que RP me escolheu.

VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?carol garrido
Vejo o cenário das relações públicas em grande ascensão. As organizações estão cada vez mais sensíveis a seus públicos e tudo que envolve a comunicação, fidelização, reputação, credibilidade e engajamento. Mas, essa crescente pode ser positiva ou negativa, pois ao mesmo tempo que cresce a demanda, cresce o número de pessoas a frente dessas atividades sem a graduação correta. O negócio é arregaçar as mangas e lutar por espaço, mas lutar de forma inteligente.

VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspiram a ser Relações Públicas?
Meu primeiro contato com os RPs foi na faculdade e meus professores, sem dúvidas, contribuíram muito para acreditar na profissão. Mas, a profissão em si e a possibilidade de versatilidade e visão 360 graus me inspiram diariamente. RP não é apenas uma profissão, é DOM.

VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil, para você, a profissão é valorizada como deveria?
Ainda não é valorizada como poderia ser! Talvez porque grande parte das pessoas não compreenda o que de fato faz um RP e quão importante é um profissional capacitado para isso. Também vejo muitos RPs buscando vagas nessa nomenclatura e esquecendo-se que há tantas possibilidades e tantas ações para serem trabalhadas. O importante para mim não é ter meu cartão assinado como Relações Públicas, mas sim, o meu dia a dia. Por isso sou muito otimista. Acho que, logo mais, as mães saberão dizer o que o filho(a) faz. Confesso que a minha mãe, ainda hoje, diz que sou formada em Comunicação Social. rs

VRP: Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado na comemoração de 200 anos das relações públicas no Brasil?
Relações Públicas não é uma profissão qualquer. É um dom. Se você foi agraciado com esse dom, desenvolva-se, estude, dedique-se, planeje, mas nunca se esqueça do feeling e da paixão. RP sem instinto e paixão não é RP.

VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais de área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Qual seria a maior dificuldade, em sua opinião, para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?
A maior dificuldade diz respeito à economia do país. Quando as empresas começarem a descentralizar e desfocar de São Paulo e Rio de Janeiro, as oportunidades crescerão.
VRP: As Relações Públicas completam 100 anos no Brasil. O que você vê como a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período?
Sem dúvidas no campo politico e de eventos com protocolo e cerimonial.

VRP: Falando em história, conte mais sobre a sua história com a profissão. Por quê escolheu RP?
Tenho 28 anos e me formei em 2011 na Fapcom. Já fui assessora de imprensa e fui, por 3 anos, assistente de marketing e relacionamento em uma ONG. Hoje estou partindo para uma agência de publicidade onde serei Assistente de Community Manager e estou bem encantada com o ambiente de agências e a liberdade de criatividade que elas permitem. Paralelamente sou Coordenadora de Comunicação e Marketing da escola de samba Unidos de Vila Maria, de forma voluntária. Tenho a certeza de que vivo intensamente minha profissão e minha meta é ser uma das relações públicas mais importantes do país.

VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?
Hoje, com certeza, há um campo enorme nas mídias sociais.

VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?
Uma vez aprendi que nem todos podem ser RPs de formação, mas todos devem fazer relações públicas no dia a dia. E, para mim, isso norteará o futuro. Espero e desejo que existam mais profissionais humanos, apaixonados, dedicados e perceptíveis às mudanças e ao outro.

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