ABRP e Summus debatem o mercado de Relações Públicas e redes sociais

Relações-públicas-mercado-e-redes-sociaisA Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP-SP) e a Summus Editorial promovem no dia 13 de novembro, quinta-feira, das 19h15 às 20h15, um debate sobre o tema do livro Relações públicas, mercado e redes sociais, da Summus Editorial. O autor do livro, o pesquisador Rafael Vergili, e o professor Luiz Alberto de Farias, que também é autor da Summus, discutem, mediados por Dayane Azeredo, diretora da ABRP-SP, os possíveis caminhos para ampliar a participação do profissional de RP no mercado de comunicação digital. O debate, seguido de sessão de autógrafos, acontece no auditório da Livraria Martins Fontes, Av. Paulista, 509 – São Paulo, próximo à estação Brigadeiro do metrô.

As inscrições podem ser feita no link.  

Informações pelo email abrpsaopaulo@gmail.com ou twitter @abrpsp.

Hoje, as redes sociais constituem um ambiente de grande exposição – tanto positiva quanto negativa – para as empresas. Quando se trata de imagem institucional, como utilizar o poder da rede para atingir o público? O profissional de relações públicas está capacitado para esse trabalho? Que tipo de conhecimentos ele deve ter para atuar na web? No livro,Vergili responde essas e muitas outras perguntas.

Por meio de uma pesquisa com 128 empresas e entrevistas realizadas nas principais agências de comunicação do Brasil, Vergili constatou que 78,1% das grandes companhias priorizam o relacionamento com os públicos nas redes sociais e querem aprimorar esse contato. Paradoxalmente, o profissional de RP, que seria formado para promover esse diálogo, não está inserido adequadamente nesse nicho de mercado. Segundo ele, apenas 12,5% dos respondentes são estudantes de Relações Públicas ou graduados na área.

O trabalho contemplou apenas empresas de grande porte e revelou também que 42,1% das organizações optam por deixar a articulação de redes sociais a cargo da área de comunicação. Na sequência, aparece o núcleo de marketing, com 32,5%. A presença de um departamento especifico, focado apenas na web, é a terceira mais utilizada, com 18,3%. Articulações informais por parte dos colaboradores chegam a 7,1%.

“Diante desse cenário, o temor, por parte das organizações, de receber opiniões negativas e possivelmente de sofrer prejuízos à reputação corporativa tende a aumentar, devido sobretudo ao foco mercadológico e a ausência de capacitação para relacionamentos no uso das redes”, afirma o autor. Segundo ele, esse é um desafio com o qual o profissional de relações públicas precisará lidar no processo de demonstração de sua importância no relacionamento com os públicos, por meio de redes sociais, tendo como base o diálogo.

Para saber mais sobre o livro, acesse Grupo Summus

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