079 – RP escreve a sua história com Alan Cruz

rp-facebookHoje conversamos com o Alan Cruz, graduado pela FAPCOM, em 2010. Cruz entrou para a nossa equipe em 2011 após convite dos fundadores Taís Oliveira e Diego Galofero. O relações-públicas de hoje fez o caminho inverso da maioria das pessoas: começou trabalhando em empresa e migrou para agência no meio do caminho.

VRP:  Por que escolheu estudar Relações Públicas?

Relações Públicas surgiu em uma ideia muito vaga. As primeiras opções eram direito e economia. Obviamente, hoje percebo que a minha melhor opção foi seguir com RP. Criei um certo amor quando percebi o papel social que a profissão tinha, tanto em Comunicação para 3º Setor como em Comunicação Pública.

VRP: Como enxerga o cenário brasileiro das relações públicas?

Com todas as mudanças que vimos no mundo, em especial com a chegada da cultura online, as empresas viram o aumento da necessidade de comunicação e relacionamento com diversos públicos para o bom andamento interno e o reflexo disso na reputação da marca para toda a sociedade. Claro que houveram mudanças no período pós-Guerras Mundiais, mas foco no movimento de agora, onde todos são geradores de conteúdo, positivo ou negativo e uma crise pode atingir a empresa e ser disseminada rapidamente. Com tudo isso, os relações-públicas passam a ser totalmente necessários no planejamento estratégico de negócio para o crescimento de uma organização.

VRP: Qual ou quais as pessoas que te inspira(m) a ser RP?

São tantas pessoas. Acredito que todos tenhamos altos e baixos com  a nossa profissão, seja ela qual for. euvrpSinto-me inspirado pelos conceitos de Margarida Kunsch e Fábio França, pela paixão da Taís Oliveira e Diego Galofero, pelo entusiasmo de Tiago Martinez e Marcelo Teixeira, pelo conhecimento do Prof. Paulo Régis Salgado e pela “cara nova” das Relações Públicas que vi ao ter aulas com a Profª. Carla Almeida e Denise Aquino.

VRP: Comemoramos em 2014 os 100 anos das Relações Públicas no Brasil. Para você, a profissão é valorizada como deveria?

Acredito que a profissão seja valorizada, sim. Mas tem muito a ser feito. Percebo como as pessoas sabem sobre as RP, entendem a sua importância. Mas, ainda temos casos de pessoas perdidas em relação ao universo RP.

VRP: Qual mensagem deixaria aqui para ser lembrado daqui 100 anos, na futura comemoração de 200 anos das relações públicas no Brasil?

Leiam o Versátil RP. (risos)

VRP: Sabemos que o eixo Sudeste ainda concentra a maioria dos profissionais de área, bem como a maioria das vagas de trabalho oferecidas. Quais as dificuldades para a expansão nacional da área e das oportunidades de emprego?

Este cenário é visto em outras áreas. Os escritórios estão concentrados nessa região e então, a demanda também segue esse movimento. Apesar disso, vemos ótimas faculdades, trabalhos e movimentos em outras regiões.

VRP: As Relações Públicas completam 100 anos no Brasil. O que você vê como a maior contribuição da profissão para o país, durante todo este período?

Apesar de ter apenas conhecimento teórico sobre anos atrás, acredito que houve uma mudança na forma das empresas se posicionarem em relação a sociedade. Hoje, esse relacionamento é completamente diferente se comparado a outras décadas.

VRP: Falando em história, conte mais sobre a sua história com a profissão. Há algum case ou situação especial que gostaria de compartilhar?

Eu sou jovem rs… Sou graduado pela FAPCOM, em 2010. Comecei trabalhando com empresa, na Elgin, na área da Canon. Após isso, entrei na minha primeira agência de Relações Públicas, momento em que fui introduzido ao universo online. Atualmente, trabalho com comunicação digital.

VRP: Qual é a área de atuação das Relações Públicas que você vê como mais promissora em curto prazo? Por quê?

Acredito que há uma preocupação grande com o relacionamento da empresa com a imprensa, mercado historicamente polêmico entre jornalistas e relações-públicas. Os dois trabalhando juntos, na minha visão, é a melhor equipe que uma empresa pode ter. As agências de Relações Públicas estão, cada vez mais, ganhando relevância no mercado, com o trabalho de estratégias para imprensa, comunicação online e Responsabilidade Social.

VRP: Agora, brincando de adivinhar o futuro, como você acredita que estará o panorama das Relações Públicas no seu segundo centenário brasileiro?

É impossível prever isso! hahaha Mas espero que seja uma profissão que meus netos tenham orgulho de dizer que é a minha. Ainda mais orgulho do que eu tenho hoje. 😉

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s