#VRPnoPS2015 2 – Não seja “aquele cara”

Por Camila Freitas e Lais Rodrigues

Em continuidade à série #VRPnoPS2015, temos a palestra de Bruno Canato da Flagcx SP, falando sobre: como o consumidor se tornou mais crítico em relação ao que se vê nas mídias sociais. Ele escolhe o que deseja ver e caso a “mensagem” que tenha sido passada não o agrade, ele simplesmente não irá assistir mais.

Para medir a experiência que o cliente tem com a marca, a UX (User Experience) monitora a satisfação geral dos usuários. Afinal, decepcioná-los pode implicar na perda de confiança, abertura de um espaço maior para a concorrência e disseminação negativa sobre o ocorrido.

Na tentativa de evitar que comunicadores se tornem “aquele cara”, aqui vão algumas dicas de como não ser “chato” no relacionamento entre cliente e marca.

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Não seja “aquela cara”: como planejamento e UX podem trabalhar juntos para transformar a paquera com a marca em algo mais duradouro

Para caracterizar um encontro como BOM, ele deve ser BILATERAL. Ou seja, há troca entre as partes, é ouvir e ser ouvido. Da mesma forma deve ser o relacionamento entre consumidores e marcas, já que é comum as pessoas se frustrarem com marcas, produtos e experiências.

Então, de que maneira podemos acertar na hora do “flerte” com o público? Explicando de forma bem humorada e usando como exemplo a “paquera”. Bruno trouxe uma sequência de vídeos sobre dates desastrosos, que representam como estamos nos tornando cada vez mais “inconvenientes” e “chatos”.

É preciso tomar cuidado com a alta frequência da mensagem, a inclusão ou exclusão em conversas, e a obsolescência esquecida. Geramos frustração e irritação por conta da repetição da mesma mensagem, o chamado manifesto das marcas e pedidos, em que só falamos de nós mesmos, fazendo com que ela não evolua e “morra” em pouco tempo.

Para o planner é essencial ter repertório, curiosidade e senso, fazer uma autoanálise e compreender suas skills (competências). Ter a consciência de que o consumidor sempre procura por novidades, de que existe uma diferença entre o que vemos/achamos e o que realmente aquilo significa.

Por isso a importância da pesquisa complementar e sua metodologia, para nortear o desenvolvimento das campanhas. Das metodologias mencionadas, temos a Value Preposition, que identifica quem e o que é oferecido e a Sense-Making Methodology, em que entendemos o gap, o que aconteceu e o que pode me ajudar.

Além de utilizar a tecnologia a seu favor, para conseguir atingir o seu objetivo, é necessário apresentarmos aos clientes dados quantitativos e qualitativos, adaptar a conclusão da pesquisa para que não seja acadêmica (ABNT), pois se for técnico demais eles podem não entender e acabar não utilizando os resultados da forma esperada.

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2 pensamentos sobre “#VRPnoPS2015 2 – Não seja “aquele cara”

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