Compartilhando um pouco do 2 seminário Aberje de Storytelling

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Por Luciana Junqueira

Aqui no blog já vimos alguns textos e cases de storytelling. Dentre eles, o texto que mostra até onde as estórias podem chegar que cita o case da Hollister e da Dilleto em que ambas não foram bem sucedidos ao contar suas histórias.

Na sexta, tive a oportunidade de participar do II Seminário Aberje de Storytelling a convite da Erika Pessoa da Pessoa.Relacionamento com Conteúdo e durante o seminário duas palavras ficaram marcadas nas minhas anotações após cada painel como fatores de sucesso para os cases: EMPATIA e ÉTICA. Foram vários painéis durante todo o dia, mas queria compartilhar com os leitores do VRP um pouco dos momentos dos dois painéis que mais gostei.

Os momentos de fala do Fernando Palácios, sócio fundador da Storytellers, me fizeram refletir sobre muitos pontos das técnicas de storytelling, desde os desenhos da Disney até o conto das 1001 noites e no final com uma pergunta a fala dele sobre os mascotes que quando bem aproveitados podem ser ótimos para o storytelling da marca, o problema é que geralmente as marcas criam os mascotes e não dão uma história à eles, uma ligação e um contexto com a marca que faz com que as pessoas se identifiquem e conheçam um pouco mais sobre eles, é preciso seguir para o próximo degrau e só alguns fazem isso.

Quantos mascotes vocês conseguem lembrar? Quais deles tem uma história?

O outro momento do seminário que ficou marcado na minha memória foram as falas do Nelson Enohata, Diretor de criação e Sócio da Oficina, que me trouxeram muitos aprendizados que se conectam à essas palavras. O primeiro aprendizado mostra o quão importante é o compromisso com a verdade, para não se tornar o próximo case de marca que errou ao contar sua história e o segundo foi a lembrança que o storytelling não precisa ser perfeito.

Não precisa ser perfeito porque o mundo real está cheio de problemas e não precisamos ter medo de apresentar os nossos, ao mostrar nossa história real só demonstramos o quanto estamos em busca do caminho certo e transparecemos a verdade e valores por trás do negócio causando no público o reconhecimento.

Além disso, Nelson deu a dica dos 4E’s do Storytelling, que são diretrizes onde os cases podem seguir na busca da empatia:

  • Emocional: Quando a história envolve o emocional de cada um, nos deixa tocados;
  • Engraçada: Você diverte o público e ele compartilha e dissemina a sua história;
  • Engajadora: Quando é um case que engaja o seu público e os faz se sentir parte dele;
  • Enorme: Quando é uma ação grandiosa e que vale ser contata.

Quando buscamos histórias reais para publicidade de produtos ou para campanhas institucionais elas precisam transmitir os valores e a realidade da marca, precisamos ser cuidadosos, analisar e investigar são partes importantes do processo para não divulgar histórias que não representam o DNA e a estratégia da marca.

Eu junto todas essas informações e fico pensando onde posso aplicar no meu dia-a-dia e nos cases que temos na agência onde trabalho e vejo como já aplicamos o storytelling em alguns momentos e podemos nos aperfeiçoar para destacar os nossos serviços.

Espero você que faz a leitura consiga aproveitar um pouco dessas informações para as atividades que estão envolvidos e contem pra gente aqui nos comentários um pouco de como está sendo. 😉

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