Minha experiência como voluntária da RP Week 2016

Por Juliana Melo

Depois de participar da RP Week 2015, nasceu em mim a vontade de fazer parte da próxima edição desse evento como voluntária. Assim que as inscrições para o time de voluntários começaram, em meados de abril desse ano, me inscrevi e fiquei na torcida.

Centenas de inscritos e apenas trinta vagas. Imagina como foi, para alguém que é muito ansiosa como eu, aguardar o resultado.

Um mês depois, após terem analisado todos os formulários inscritos contando por que queríamos participar do evento como voluntário, eis que sai a publicação oficial na página do coletivo Todo Mundo Precisa De Um RP e meu nome estava lá!

Foi uma felicidade imensa! Agora minha ansiedade era para que chegasse logo o mês de julho para colocar a mão na massa com esse time de trinta pessoas que eu não conhecia (menos a Ka e a Bia que já eram amigas) as que se tornariam meus amigos em breve.

Uma reunião foi marcada para passarem as instruções e divulgarem as áreas em que cada voluntário iria trabalhar, eu fiquei na equipe de credenciamento com mais sete meninas.

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Segunda-feira, 18 de julho às 7h da manhã,a recepção da faculdade Cásper Líbero: esse era o ponto de encontro. E foi ali que começou oficialmente a RP Week 2016.

Deixamos nossas bolsas, mochilas e malas (sim!) em uma sala e começamos a trabalhar. Cada um na sua função. Todo mundo com o mesmo friozinho na barriga, com um sorrisão no rosto e seu sotaque que deixava claro de qual região do Brasil tinha vindo. Tinha gente de todos os lugares: Maranhão, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul. Pessoas que saíram do seu cantinho para enfrentar a cidade grande e colaborar para que o evento fosse um sucesso.

A equipe de credenciamento era responsável pela organização e entrega dos brindes para quem assistia os workshops, entrega do crachá e passaporte RP (um livrinho com todas as informações do evento), controle dos participantes pela lista de presença e entrega de RedBull. Esse contato direto me proporcionou conhecer muitas pessoas.

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Cada dia era uma experiência diferente, uma história, piada, conhecimento e aprendizado que tínhamos. Nos dividimos em turmas por turno, para que pudéssemos descansar e participar dos workshops. Mas quem disse que íamos embora? Ficávamos o dia todo, porque nossa maior vontade era de viver cada minutinho daquela semana especial.

Várias atividades bacanas, mas o workshop do Tico Marcondes era o que eu tinha anotado no meu passaporte RP que não podia perder, pois sou apaixonada por eventos! Foi muito empolgante e incentivador assistir alguém falando sobre sua profissão com tanto amor.

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A semana começou a passar rápido demais e com a sexta-feira, penúltimo dia, veio a Botecada RP! Palestra e cerveja num lugar superbacana. Com direito a muita música e humilhação dos baianos nas performances incríveis. Era uma coreografia para cada música, deixando todo mundo no chinelo. Salvador é Salvador, né?

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No dia seguinte, com sono, cansaço, mas muita felicidade e aperto no coração por ser o último dia de convívio com toda a equipe, fomos para RP Talk. Um dia inteirinho de workshops legais e um fluxo de pessoas imenso. Foi intenso e emocionante. Teve choros, abraços, sorrisos, fotos… E me fez lembrar lá do evento no ano anterior, quando eu estava na plateia participando das palestras e pensando que no ano seguinte queria estar contribuindo para a realização de tudo aquilo.

Mas eu não tinha parado para pensar na quantidade de amizades que faria, nas pessoas especiais que conheceria, nos networks, nas emoções e momentos bonitos que viveria.

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Poder conviver com o coletivo Todo Mundo Precisa de um RP e aprender que comunicação é tudo, ouvir a Carla Jorge da Teodora Relações Públicas contar como entrou no mercado de trabalho e ter várias ideias, ter como motivação a história da Fernanda Poleone, que estuda e trabalha na Cásper, refletir sobre a vida e agradecer depois da Nathália Noschese dividir um pouquinho da sua história de vida conosco, aprender com cada voluntário a conviver com as diferenças e que o trabalho em equipe é fundamental, sentir o amor pela profissão, reconhecimento e atenção nos detalhes com o Tico Marcondes… Isso tudo só aumentou ainda mais minha certeza de que eu quero, sim, seguir Relações Públicas. É um caso de amor, uma mentalidade.  Aos poucos as pessoas têm entendido que todo mundo precisa de um RP. Isso é demais! Todo esforço vale a pena por isso.

Com muita saudade dessa edição, mas feliz porque ano que vem tem mais.

Que venha a RP Week 2017!

 

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Um pensamento sobre “Minha experiência como voluntária da RP Week 2016

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