Relações Públicas: a profissão que precisa de um relações-públicas

 Por Tânia d’Ávila   relacoes-publicas

Quem é relações-públicas conhece as dificuldades de reconhecimento da profissão no mercado de trabalho. E esse fator poderia fazer com que diversos estudantes e profissionais formados pensassem: qual é o futuro que temos em uma profissão pouco reconhecida?

Mas há um interessante e importante contraponto: o mercado precisa de nós. E ele sabe que precisa de nós. O que nem sempre ele sabe é que somos nós, relações-públicas, os profissionais mais capacitados para executarmos as funções que ele precisa.

Está confuso? Explico:

Quantas vezes você já viu uma vaga de emprego, seja de estágio ou efetivo, onde todas as funções descritas diziam respeito ao trabalho de relações públicas? E, quando você estava feliz, prestes a enviar o seu currículo, percebe que os requisitos são por estudantes ou profissionais formados em jornalismo, publicidade, marketing...

Aposto que, em todas, você pensou: “Ei, cadê relações públicas? Essa vaga é para um RP!”. E, para completar, a vaga que tinha como requisito ser um relações-públicas, provavelmente, exigia funções que pouco – ou nada – têm a ver com a nossa área.

Mas onde quero chegar? Bem, essas são as maiores provas de que, realmente, o mercado tem suas dúvidas sobre o que nós fazemos. Mas também nos mostra que o mercado precisa – e procura – por profissionais que executem as nossas funções. O que acontece é que, normalmente, ele mira em outras formações por pura falta de entendimento sobre as habilidades de um RP.

Por isso, não digo que a profissão de relações públicas é pouco valorizada. Acho que a definição melhor é falta de reconhecimento, já que percebemos a valorização nas nossas funções, mas também percebemos que não nos reconhecem como os profissionais capacitados para executá-las.

E é por esse motivo que estudantes e profissionais da área devem saber que há futuro na profissão, sim. As diversas mudanças na forma como as marcas irão se comunicar nos favorecem – já que a tendência é que a comunicação seja cada vez mais direcionada – e abrem espaço no mercado para as funções de relações públicas. O que precisamos é que esse mesmo mercado entenda quem nós somos e o que nós fazemos para que, além das funções, também tenhamos espaço para atuar nelas. E a única maneira de reverter o cenário e sermos devidamente reconhecidos é fazendo o que sabemos de melhor: nos relacionando com os mais diversos públicos. Disseminar informações sobre RP e ensinar quem está do outro lado é a melhor forma de ser o relações-públicas das Relações Públicas.

Você está preparado para isso? 😉

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